coordenadora Pronera

“Conseguimos a vitória que nós tanto almejamos”, comemorou a coordenadora do curso de Licenciatura em “Pedagogia da Terra”, Maria da Conceição Lobato, na abertura do Seminário de Encerramento e Avaliação do Projeto de Formação de Educadores e Educadoras da Reforma Agrária, em nível de Graduação no Estado do Maranhão, na última quarta feira, dia 09 de maio, em São Luís.

Concluíram o curso 72 alunos do curso realizado pelo Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), através da Universidade Federal do Maranhão. A turma, “Florestan Fernandes”, é a segunda formada pelo Pronera no Estado. São jovens e adultos de assentamentos reconhecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), assim como quilombolas e trabalhadores cadastrados na autarquia. Eles poderão atuar nas séries do Ensino Fundamental e desenvolver atividades na gestão de processos educacionais nas escolas formais, não–formais e em movimentos sociais.

publico e mesa

A Fundação Sousândrade é a responsável pelo apoio técnico e estrutural de todo o curso e sua participação foi destacada na mesa de abertura do seminário.  “A Fundação Sousândrade não mediu esforços para nos ajudar. É uma parceira imprescindível para nos orientar e acompanhar”, disse a coordenadora Conceição Lobato.

A Coordenadora Técnica de Projetos da FSADU, Shirley Saraiva (abaixo), agradeceu a referência positiva, “Apoiamos este projeto desde o início com o máximo de zelo possível. É gratificante vermos tantos jovens aqui iniciando uma nova etapa de suas vidas. Em nome da Fundação Sousândrade, quero dizer que continuamos de portas abertas para novos projetos como este”.

Shirley falando na mesa

Também estiveram presentes na cerimônia de abertura a professora Dourivan Câmara, representando a reitora da UFMA, Nair Portela, Ulisses Sousa, representando o Colégio Universitário, Maria Leomar Pereira (MST) e Luís Alves Ferreira, do Centro de Cultura Negra.

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NOTÍCIAS DA EDIÇÃO DE 09.05.17

Parceria entre FSADU e Instituto Universitário Atlântico de Portugal concretiza mestrado em administração pública

STF autoriza cobrança por cursos de especialização em universidades públicas

Fundação Sousândrade garante apoio a mais uma edição do Festival Guarnicê de Cinema

 

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Três livros da antiga Câmara de Alcântara, datados dos séculos de XVIII e XIX, estão disponíveis para consulta, pesquisa e também para reprodução no Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM). As raridades contêm registros das reuniões das Câmaras, então formadas por vereadores e juízes, com alto valor histórico para o Maranhão, e foram restauradas, encadernadas e digitalizadas. As próximas etapas, sem data definida ainda, serão transcrição dos textos e publicação.

livros restaurados Maria helena arquivo estado  entrega a Euges Lima IHGM

O trabalho de recuperação e restauração desses documentos faz parte de um projeto do IHGM em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) que teve inicio em 2016, depois da assinatura de um convênio Técnico-Cientifico firmado entre as duas instituições. A Fundação Sousândrade foi a responsável pelo gerenciamento técnico do projeto. “Só temos a agradecer pela eficiência da Fundação Sousândrade, pois não tivemos nenhum problema, nenhuma reclamação sobre este trabalho”, afirmou o presidente do IHGM, professor Euges Lima.

exemplares entregues Maria Helena Espindola arquivo Estado jhonatan almada secti e Euges Lima presidente IHGM

Os livros foram entregues em março pela diretora do Arquivo Publico do Estado do Maranhão (Apem), a historiadora  Helena Espínola. “Há três anos, estávamos lutando para atingir esse objetivo, mas esbarrávamos nos custos financeiros para tal. Finalmente, ano passado, através de uma parceria com a Secti , Isso foi possível”, destacou Euges Lima.

 

HISTÓRICO- Desde os anos de 1930 que os livros estão sob a guarda do IHGM, quando foram doados pelo então secretário da instituição, o historiador Antônio Lopes, que os achou em 1923 e utilizou-os como fonte para escrever o livro “Alcântara: subsídios para a história da cidade”, 1957.

Os códices são formados por três livros do Senado da Câmara da Vila de Santo Antônio de Alcântara. O mais antigo tem seu termo de abertura datado de 1774 e vai até 1814, contendo 159 folhas, trata do “Livro das Obrigações”; o segundo é o “Termo de Vereação”, de 1786 a 1792, contendo 196 folhas; o terceiro e último é o “Livro dos coletores do diferentes impostos” de 1838 a 1872, contendo 145 folhas.

tres livros originais

 

Pesquisadores, historiadores, estudantes e comunidade em geral interessados podem consultar os livros na biblioteca do IHGM. O Instituto é localizado à rua de Santa Rita, 230, centro.

pagina

 

Veja mais aqui na reportagem realizada pela TV Assembleia:

 

Mestrado Portugal Marco Moura

 

O superintendente da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), Marco Moura, foi o primeiro aluno do curso de Especialização Conducente ao Mestrado em Administração Pública, oferecido pelo Instituto Universitário Atlântico (IUA) com apoio da Fundação Sousândrade, a defender a dissertação em Portugal.

 

Mestrado Portugal Marco Moura 2

 Ele conquistou o título de Mestre com o trabalho intitulado “Indicadores de desempenho:  Estudo de caso da política de aperfeiçoamento da gestão por resultados no SENAI”,  apresentado em março no Instituto Politécnico da Guarda (IPG).

Mestrado Portugal Marco Moura 3

 

ENTREVISTA NA RÁDIO UNIVERSIDADE FM- Marco Moura foi o entrevistado do programa “Rádio Ciência”, da Universidade FM, e disse ao programa que já está aplicando os resultados da pesquisa na sua rotina de trabalho, contabilizando avanços na gestão de indicadores de desempenho.

 Moura disse, ainda, que pretende continuar seus estudos, rumo ao Doutorado, e com o mesmo objeto de estudo. “Quero dar continuidade, pois este é um tema muito importante tanto para órgãos privados quanto públicos”.

 

OUÇA AQUI A ENTREVISTA! 

 

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTES AO MESTRADO- Os cursos de Especialização conducentes ao Mestrado oferecidos pela Fundação Sousândrade são realizados em dois ciclos. O primeiro é a especialização presencial, em São Luís. O segundo é a preparação para o Mestrado, e passa a ser conduzido pelo  orientador da Universidade de Portugal. O acompanhamento é a distância. Porém, a apresentação da dissertação tem que ser presencial em Portugal. 

 

 

vitoria STF 2 26 04 17

 

As universidades públicas tiveram, na última quarta, 26 de abril, uma importante vitória. Praticamente por unanimidade, com 9 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal reconheceu que a cobrança dos cursos de especialização tradicionalmente ofertados pelas universidades públicas não fere o artigo 206 da Constituição Federal, o qual estabelece em seu inciso IV a gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais. É uma decisão definitiva, não cabendo mais recurso.

 

A decisão tem repercussão geral, desfazendo a insegurança jurídica que persistia devido ao acúmulo de ações que demandavam a gratuidade destes cursos. Somente o ministro Marco Aurélio Mello divergiu dos demais magistrados. O decano Celso de Mello não participou do julgamento.

 

De acordo com o ministro Edson Fachin, relator da ação, “a função desempenhada pelas universidades é muito mais ampla do que as formas pelas quais elas obtêm financiamento. Assim, o princípio da gratuidade não as obriga a perceber exclusivamente recursos públicos para atender sua missão institucional. Ele exige, porém, que, para todas as tarefas necessárias à plena inclusão social, missão do direito à educação, haja recursos públicos disponíveis para os estabelecimentos oficiais”.

vitoria STF 1 26 04 17

Para obter essa vitória, as universidades contaram com o apoio decisivo de entidades representativas como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC), o Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies) e associações de representação de docentes.  No total, foram 17 as instituições signatárias da “Carta aberta à sociedade brasileira: Quando a universidade pública perde, a sociedade perde”, divulgada no último dia 7 de abril. A decisão contou ainda com o apoio da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Ministério Público Federal (MPF).

“Este resultado de 9 a 1 mostra que o STF decidiu com sabedoria um assunto que estava trazendo intranquilidade para muitos. Agora, os cursos de pós-graduação lato sensu continuarão a ser autofinanciados e oferecidos pelas instituições públicas. Ganhamos todos: a sociedade e o país. Agradecemos o apoio da SBPC, ABC e Confies que lideraram a luta”, avaliou o diretor da Coppe/UFRJ, professor Edson Watanabe.

Na avaliação de Fernando Peregrino, diretor de Orçamento e Controle da Coppe e presidente do Confies, a mobilização das entidades decisão foi decisiva para a aprovação do autofinanciamento dos cursos de especialização, como já se mostrara fundamental à aprovação da Emenda Constitucional 85 e do Marco Legal da Ciência e Tecnologia. “Na verdade, essa decisão reafirma também o papel das fundações de apoio que gerenciam mais de 1.120 cursos em 2016, com mais de 40 mil alunos. Nós fomos parte (como Amicus Curiae) da ação julgada hoje, ao lado da AGU, e defendemos a cobrança desses cursos que são complementares à formação do cidadão”, explica Peregrino.

O julgamento foi comemorado pela presidente da SBPC, professora Helena Nader, como “uma grande vitória para o povo brasileiro”. A decisão do STF tranquiliza a comunidade acadêmica após a decisão do Plenário da Câmara dos Deputados, que rejeitou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 395, no final de março.

Instituição de pós-graduação de engenharia brasileira com o maior número de conceitos 6 e 7, na avaliação feita pela Capes para os cursos stricto sensu (mestrado e doutorado), somente atribuídos a cursos com desempenho equivalente aos dos mais importantes centros de ensino e pesquisa do mundo, a Coppe oferece ainda nove cursos de pós-graduação lato sensu (nível de especialização). São eles: Pós-graduação em Engenharia de Máquinas Navais e Offshore (EMO); Pós-graduação em Engenharia de Sistemas Flutuantes Offshore (ESFO); Pós-graduação executiva em Meio Ambiente (MBE); Pós-graduação em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial (MBKM); Pós-graduação executiva em Petróleo e Gás Natural (MBP); Pós-graduação executiva em Gestão de Empreendimentos de Construção Naval e Offshore (MBS); e MBA em Engenharia de Planejamento (MFP)

Fonte: http://confies.org.br/institucional/stf-autoriza-universidade-publica-a-cobrar-por-cursos-de-especializacao/

 

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